Um estudo da consultoria Mckinsey realizado com organizações americanas, revelou que quase 60% dos empregadores reclamam da falta de preparo dos candidatos, sobretudo para os cargos de nível mais baixo. No Brasil, a situação não é muito diferente: quase 50% dos empregadores deixam de preencher vagas por falta de profissionais com as competências necessárias.

Diante desse cenário, é cada vez mais nítido que há, sim, um gap entre a formação dos profissionais e as demandas atuais do mercado global.  Qual o papel da Educação Corporativa nesse contexto?

Quanto mais cedo as empresas conseguirem identificar as lacunas de habilidades e investirem em estratégias contínuas de treinamento e desenvolvimento, mais poderão contar com profissionais bem preparados, desde os níveis operacionais até as lideranças de alto nível da organização.

Com o avanço da tecnologia, as empresas já podem optar por metodologias e plataformas digitais para ensinar novos conteúdos, desenvolver programas de qualidade e driblar obstáculos como dispersão geográfica, tempo e custos de treinamento.

Iniciativas como o blended learning – que combina metodologias presenciais e virtuais, por meio de jogos interativos, vídeos online e outras ferramentas interativas – busca otimizar o aprendizado. Além disso, as também há as plataformas LMS, que possibilitam a gestão do aprendizado de equipes grandes e dispersas, a gamificação e inúmeras outras ferramentas digitais que têm, cada vez mais, contribuído para aumentar a eficiência dos programas de aprendizado.

Por tudo isso, cada vez mais empresas têm enxergado que investir em treinamento – mesmo durante a crise – pode ser um excelente negócio para se manter competitivo e garantir bons resultados para o negócio, tanto a curto quanto a longo prazo.

Quer saber mais sobre o assunto? Leia edição de março da Revista Exame que conta com a colaboração da Affero Lab.

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