Estamos entrando no último trimestre do ano, período em que muitos líderes precisam fechar o ciclo de avaliações de desempenho, além de começar o planejamento das ações para 2018. Nessa hora, muitos deles se deparam com problemas recorrentes nas organizações: indicadores desfavoráveis, metas que ainda estão longe de serem cumpridas e dificuldade de mensurar o desempenho das equipes.

Essas dificuldades, por sua vez, afetam diretamente a capacidade do líder de se planejar para o futuro,  pois, sem as ferramentas necessárias para avaliar continuamente os erros e acertos obtidos, torna-se muito mais difícil obter a visão estratégica necessária para definir – e alcançar – as próximas metas.

Diante de tudo isso, como preparar os líderes para esses desafios e garantir que consigam definir um caminho e guiar as organizações rumo ao futuro?

Em primeiro lugar, o líder deve conhecer os planos da empresa. A partir disso, ele saberá para onde canalizar sua energia e conseguirá guiar sua equipe baseado em uma visão estratégica e integrada do negócio. Porque quando a liderança desconhece esses planos, realiza ações pautadas em medos e incertezas e isso, por sua vez, se reflete em equipes inseguras, desmotivadas e sem um propósito definido dentro da organização.

Em segundo lugar, é preciso lembrar que as transformações pelas quais o mundo está passando, com o avanço sem precedentes da tecnologia e mudanças disruptivas em escala global, estão tornando o exercício da liderança mais complexo do que nunca, aumentando a necessidade de líderes inspiradores e eficazes em todos os níveis em uma quantidade e qualidade sem precedentes. Hoje, o papel do líder precisa ser maior do que alcançar os resultados por meio da sua equipe, oferecendo empregos e cobrando metas.

Por isso, para que as lideranças estejam prontas para atuar frente a este cenário, é preciso lançar um novo olhar para a formação de líderes, analisando tanto o que é requerido hoje, quanto prevendo as necessidades de médio e longo prazos do negócio, a fim de desenvolver as competências que os líderes precisam para alavancar resultados e gerar a competitividade que esses tempos demandam.

Por último, é necessário rever as metodologias e ferramentas de avaliação utilizadas hoje nas organizações, muitas vezes ultrapassadas e incapazes de gerar os resultados que os líderes precisam para mensurar a performance do time frente às metas do ano.

O ano de 2018 será bastante desafiador, mas com boas perspectivas para os negócios. Com a provável recuperação da economia, o cenário estará bastante favorável para aqueles que conseguirem, desde já, sair na frente com um planejamento bem definido e equipes engajadas, motivadas e preparadas para atuar diante das incertezas e lideranças prontas frente aos mais diferentes prognósticos.

Por isso, no próximo ano, as empresas que conseguirem pensar diferente e se reinventar, levando em conta o processo de formação de lideranças e todas as inovações, mudanças e tecnologias existentes, serão as mais propensas a  continuar com diferencial competitivo e formar líderes capazes de definir caminhos assertivos rumo ao sucesso da organização.

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